Leveza e densidade

By Alú Rochya - agosto 07, 2020

A densidade quase impenetrável e o peso gravitacional do ódio só podem ser neutralizados pela leveza e a sutilidade do amor. Só uma vibração mais sutil pode fazer vibrar a energia densa expandindo suas partículas até faze-las esponja, pluma, invisível.

Não existe guerra sem o combustível do ódio, por isso quando alguém nos odeia nos sentimos ameaçados pois em nosso inconsciente a memória de guerras antigas ainda é predominante e (mal) sentimos que podemos ser mortos pelo odiador. É o inconsciente, nossa parte mais primitiva, que tenta velar pela sobrevivência.

Estar atentos, despertos, conscientes nos permite perceber que o que é é o que é. E ponto. Isso que está aí é isso que está aí (não um soldado do inimigo ou coisa parecida que mete medo). E isso que está aí está aqui e agora (não tem nada a ver com aquele passado de guerra ou coisa parecida que mete medo). Isso que está aí não é outra coisa que um irmão/uma irmã noss@ vibrando baixo, denso, neste presente.

Respirar fundo, observar o outr@ (irmã/o) no aqui e agora é o primeiro passo para convocar nossa compaixão e  não reagir nessa vibração -somaríamos mais energia negativa- e sim buscar no centro do peito as mais altas vibrações possíveis de amor que toquem a mesma potência vibracional do outro até que o outro sinta que ele/a também pode amar.

É um grande desafio amar a quem nos odeia. Mas de que outra maneira poderíamos acabar com esse ódio?

Se eu amo verdadeiramente, amo o tempo todo, a todos e tudo. Então, se eu amo o bem não posso odiar o mal.
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