Existirmos a que será que se destina?
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz não se nos ilumina
Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos intacta retina
A cajuína cristalina em Teresina...
Dizia Osho que quando uma flor nasce no meio de uma selva, ela não está preocupada se alguém vai passar por ali, para conhecer a linda fragrância que ela está liberando, ela simplesmente libera a fragrância.
Se ela alcançar alguém para cheirá-la, ótimo; se ela não alcançar, qual o problema? A flor desabrochou, ela se ofereceu ao universo. Agora fica por conta do universo fazer o que quiser com ela.
Nada jamais é perdido, desviado ou rejeitado.
Talvez nossa existência se destine a isso, a existir simplesmente, compreender a marcha e ir tocando em frente.
Viver esta vida como uma experiência mais de todas as vidas que vamos experimentando como almas, na parábola astral de nosso road movie galáctico, aqui ou acolá.
Acompanhando a Deus na sua brincadeira de aperfeiçoamento e mudança permanente. Brincando amorosamente de mãos dadas com Deus, na geléia geral da vida. Sabendo que cada um de nós carrega o dom de ser capaz de ser feliz.
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